16 Jan 2010

Cerveja

Posted by Adelson Tavares

Eu não posso beber…
Além de simplesmente eu não ter muito interesse em álcool (prefiro suco,) eu lembro que todas as vezes em que eu enchi a cara acabei fazendo mais besteira do que eu ja faço normalmente.
Na primeira vez eu era garotão, a galera misturou mais coisa do que fórmula mágica dos ursinhos Gummy, o resultado fou um líquido nojento que mais parecia água de esgoto.
Terminei caindo no mato gritando que eu “amava o negão”…
…até hoje eu tento saber quem era o negão…
Na segunda vez, era ano novo, e eu acabei gritando num bar sobre as peripécias sexuais que um… digamos, “parente próximo” (pra não dizer irmão) pra todo mundo…
Resultado de uma maldita batida de Halls Preto que descia pela garganta que nem querosene.
Na terceira, e essa mais recente, acabei num karaokê japa cantando Dragon Ball Z, jaspion e Robocop gay (a última rendendo um famoso vídeo que eu prefiro deixar beeem guardado), chavecando uma mesa com mais 4 japas que eu não lembro bem se eram bonitinhas ou se tratava de mais mais um “efeito alcoólico”…
… ah, mas essa parte foi legal. O problema foi confundir uma mesa cheia de travecos com uma mesa de sinuca cheia de “loiras gostosas”… não, eu não dei uma de Ronaldinho, ok?!
Isso tudo serve pra esclarecer de vez que eu não posso beber, digamos que eu ja sou surtado o suficiente para não precisar de nenhum “potencializador de vergonha alheia”. A situação fica mais evidente pelo fato de que minha tolerância ao álcool é igual ao atributo força em ficha de halfling…
Lembro uma vez que bebi uma única latinha de cerveja, em casa. Passei o resto da madrugada rindo freneticamente enquanto o teto girava ao meu redor.
Ah, mas me dá um crédito, era cerveja importada, 12% de álcool…
Falando em cerveja importada, ta aí uma bebida alcoólica realmente gostosinha, ainda continuo preferindo uma Coca-Cola, mas se tiver uma cervejinha importada eu acho bacana também. Junte cerveja importada com o repertório de bebidas alcoólicas femininas (aquelas docinhas e gostosinhas) e você vai entender onde começa e termina o meu gosto por álcool. Sim, sou fresco.
O que me leva à última ilustração do dia, um cliente alemão me contratou para um card game de uma famosa rede de cervejas de lá. Fizemos um protótipo que foi bem bacana para reviver o meu interesse em um dia provar dessas cervejas encorpadas, dignas de contos em uma taverna e nada a ver com essa coisa amarela e sem graça, com gosto de pó de serra, que o povo por aqui chama de cerveja.

Eu não posso beber…
Além de simplesmente eu não ter muito interesse em álcool (prefiro suco,) eu lembro que todas as vezes em que eu enchi a cara acabei fazendo mais besteira do que eu ja faço normalmente.
Na primeira vez eu era garotão, a galera misturou mais coisa do que fórmula mágica dos ursinhos Gummy, o resultado fou um líquido nojento que mais parecia água de esgoto.
Terminei caindo no mato gritando que eu “amava o negão”…
…até hoje eu tento saber quem era o negão…
Na segunda vez, era ano novo, e eu acabei gritando num bar sobre as peripécias sexuais que um… digamos, “parente próximo” (pra não dizer irmão) pra todo mundo…
Resultado de uma maldita batida de Halls Preto que descia pela garganta que nem querosene.
Na terceira, e essa mais recente, acabei num karaokê japa cantando Dragon Ball Z, jaspion e Robocop gay (a última rendendo um famoso vídeo que eu prefiro deixar beeem guardado), chavecando uma mesa com mais 4 japas que eu não lembro bem se eram bonitinhas ou se trava de mais mais um “efeito alcoólico”…

… ah, mas essa parte foi legal. O problema foi confundir uma mesa cheia de travecos com uma mesa de sinuca cheia de “loiras gostosas”… não, eu não dei uma de Ronaldinho, ok?!
Isso tudo serve pra esclarecer de vez que eu não posso beber, digamos que eu ja sou surtado o suficiente para não precisar de nenhum “potencializador de vergonha alheia”. A situação fica mais evidente pelo fato de que minha tolerância ao álcool é igual ao atributo força em ficha de halfling…
Lembro uma vez que bebi uma única latinha de cerveja, em casa. Passei o resto da madrugada rindo freneticamente enquanto o teto girava ao meu redor.
Ah, mas me dá um crédito, era cerveja importada, 12% de álcool…
Falando em cerveja importada, ta aí uma bebida alcoólica realmente gostosinha, ainda continuo preferindo uma Coca-Cola, mas se tiver uma cervejinha importada eu acho bacana também. Junte cerveja importada com o repertório de bebidas alcoólicas femininas (aquelas docinhas e gostosinhas) e você vai entender onde começa e termina o meu gosto por álcool. Sim, sou fresco.
O que me leva à última ilustração do dia, um cliente alemão me contratou para um card game de uma famosa rede de cervejas de lá. Fizemos um protótipo que foi bem bacana para reviver o meu interesse em um dia provar dessas cervejas encorpadas, dignas de contos em uma taverna e nada a ver com essa coisa amarela e sem graça, com gosto de pó de serra, que o povo por aqui chama de cerveja.

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